terça-feira, 21 de agosto de 2012


Os versos que te dou
Ouve estes versos que te dou, eu
os fiz hoje que sinto o coração contente
enquanto teu amor for meu somente,
eu farei versos...e serei feliz...
E hei de faze-los pela vida afora,
versos de sonho e de amor, e hei  depois
relembrar o passado de nós dois...
esse passado que começa agora...
Estes versos repletos de ternura são
versos meus, mas que são teus, também...
Sozinha, hás de escuta-los sem ninguém que
possa perturbar vossa ventura...
Quando o tempo branquear os teus cabelos
hás de um dia mais tarde, revive-los nas
lembranças que a vida não desfez...
E ao lê-los...com saudade em tua dor...
hás de rever, chorando, o nosso amor,
hás de lembrar, também, de quem os fez...
Se nesse tempo eu já tiver partido e
outros versos quiseres, teu pedido deixa
ao lado da cruz para onde eu vou...
Quando lá novamente, então tu fores,
pode colher do chão todas as flores, pois
são os versos de amor que ainda te dou.
(Poema de JG de Araújo Jorge
do livro "Meu Céu Interior" – 1934)

2 comentários:

  1. Amigo, li um comentário seu no blog da Marisa Ono sobre produção de vinagres.
    Poderia me passar as receitas?
    Um abraço
    Ayrton Torres
    afmt@hotmail.com

    Caso publique meu comentário, por favor, retire o email.

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  2. Fiquei contente de rever a bela Pinhal, aonde morei entre 66 e 74. Meu pai era gerente do banco comércio e industria (José lima)que ficava na rua direita,e minha mãe Dirce se formou com a sua irmã. Foram os melhores anos nossos e dos meus pais nesta acolhedora cidade.Participei como atleta nas Pin Pauli deste período, sendo que na XXI, primeiro ano em que teve jogos de tênis, eu joguei pela Pauli contra o sr. Henrique, hoje ainda morador. Tenho algumas fotos da época. Abs

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